Diocese de Caçador

Igreja Participativa

É uma Igreja onde:

As pessoas assumem os serviços na comunidade, com responsabilidade e solidariedade, através do diálogo, do anúncio e do testemunho;
Nas celebrações se traz presente a vida, com suas alegrias e tristezas, angústias e esperanças;
A comunidade se organiza, reflete sobre a realidade e, à luz da Palavra de Deus, busca as causas e propõe soluções para os seus problemas;
Se formam lideranças e se apoiam iniciativas e organizações populares de libertação;
As pessoas se ajudam mutuamente, crescendo na medida em que trabalham, celebram e anunciam juntas;
É usado o planejamento participativo, dando vez e voz a todos;
O trabalho de coordenação é feito em equipe;
A comunidade se sente sujeito responsável na luta pela defesa e construção da vida, desde a concepção até seu desfecho natural;
Se constrói a unidade na caminhada evangelizadora, valorizando e respeitando a pluralidade cultural, étnica…;
10. A comunicação é um instrumento a serviço da Vida e da Esperança.

Realiza-se quando:

Formam-se os Conselhos de Pastoral: CPC (Conselho Pastoral de Comunidade), CPP (Conselho Pastoral Paroquial) e o CODIPA (Conselho Diocesano de Pastoral), que assumem o protagonismo da ação evangelizadora;
Há um processo de formação permanente das lideranças (exemplo: EFAP – Escola de Formação de Agentes de Pastoral);
Há distribuição de tarefas entre membros da comunidade;
A vida da comunidade é planejada participativamente;
Há diversificação de ministérios (serviços);
Há comunidades que se encaminham para CEB?s (Comunidades Eclesiais de Base);
As pessoas participam da vida de comunidade, dando sua parte;
Se organizam as pastorais: serviço da Igreja ao mundo;
Há mutirões e movimentos de animação e solidariedade;
São ouvidas as pessoas da comunidade;
Se transformam os métodos da catequese, passando de aula para grupo de vida;
São valorizados, animados e articulados os Grupos de Reflexão;
As pessoas são acolhidas e valorizadas em sua individualidade e potencialidade.